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Castelo da Guarda - Guarda
Situado na Cidade mais alta de Portugal, este Castelo encontra-se
a 1056 metros de altitude. Castelo do tipo Românico - Gótico,
viu as suas muralhas iniciarem a ser construídas nos finais
do século XII. Dessa mesma época datam também
a construção do primeiro torreão bem como a
torre de Menagem. Após sucessivos surtos construtivos ao
longo do tempo teve a sua conclusão já no século
XV. A este fenómeno se devem as suas características
peculiares.
As suas muralhas, envolvendo todo o núcleo populacional medievo,
apresentam uma configuração irregular, notando-se
também mudanças ao longo dos tempos e consoante as
necessidades, na configuração da Torre de Menagem
(planta pentagonal irregular) e na Torre dos Ferreiros (planta quadrada)
que integra uma porta dupla.
São ainda bem visíveis: A Porta da Erva (ou Estrela)
e a Porta dos Ferreiros a Este, a Porta d ’El Rei e a Porta
falsa a Norte.
Castelo de Belmonte – Belmonte
Um dos mais emblemáticos Castelos portugueses, o Castelo
de Belmonte é tido como o berço de Pedro Álvares
Cabral. Posto de vigia do vale do Zêzere, deve a sua edificação
a D. Sancho I em 1199, data do Foral da Vila.
Tendo sofrido algumas transições motivadas entre outras
razões, pelo Tratado de Alcanizes em 1297, o Castelo de Belmonte
é tutelado por vários senhores entre 1392 e 1466,
data esta em que Vila e Castelo são doados a Fernão
Cabral (pai do Navegador ) por D. Afonso V.
Situado num cabeço fortificado a 615 metros de altitude,
a sua Torre de Menagem está adoçada à muralha,
datando a construção do edifício no interior
do Castelo dos séculos XVII e XVIII.
Castelo do Sabugal - Sabugal
De arquitectura militar Gótica, de perímetro com traçado
ovalado irregular e cidadela com dupla cintura muralhada, com barbacã
e cubelos cilíndricos, este Castelo tem afinidades com os
de Estremoz, Montalegre e Beja. A particularidade da cintura interior
ter cinco Torres, distingue-o dos restantes Castelos da Região.
Pertenceu até 1190 ao reino de Leão. Em 1296, com
a Carta de Foral de D. Dinis e o consequente Tratado de Alcanizes
passa a integrar o território português tornando-se
numa peça fundamental na movimentação geo –
estratégica na defesa do Território.
Em 1811 este Castelo é a base de apoio às tropas Luso-Britânicas
combatentes à terceira Invasão Francesa, protagonizada
pelo General Massena.
Na direcção das sortes do castelo e responsável
por obras de realce em 1303 distinguiu-se Frei Pedro.
Castelo de Sortelha – Sortelha/Sabugal
Castelo Românico e Gótico, com intervenção
Manuelina, o seu perímetro urbano é de traçado
ovalado irregular. Possui quatro portas, tendo todas elas pormenores
de interesse arquitectónico.
O Castelo situa-se num cabeço granítico, sendo inacessível
pela vertente Sul.. Tendo como data provável de edificação,
1228, Sortelha talvez devido ao seu Castelo foi elevada a cabeça
de Condado durante o reinado de D. João III.
Sortelha é Aldeia Histórica. Em grande parte o deve
ao seu Castelo.
Ponte de Sequeiros – Valongo/Sabugal
Ponte fortificada sobre o Côa, permite o atravessamento do
rio numa vertente de grandes afloramentos graníticos, constituindo
estes, uma defesa natural. De construção provável
no século XIII, esta ponte seria um marco de fronteira antes
da incorporação das terras de riba - Côa no
território nacional.
Sustentada por três arcos, sendo o central de maior diâmetro,
apresenta Torres de planta quadrada em ambos os lados e pavimento
lageado com continuidade em calçada. A sua arquitectura é
de estilo Românico.
Castelo de Linhares da Beira – Linhares da Beira
/ Celorico da Beira
A fundação do Castelo deve-se provavelmente aos Túrdulos
em 850 A. C.
Depois de ter sido ocupado por Visigodos e Romanos, foi destruído
no século VIII pelos Mouros, ficando-se a dever a sua reconstrução
a Afonso III de Leão e posterior reedificação
a D. Dinis.
No século XVII instalou-se o relógio da Torre.
Situado num cabeço em contraforte a 820 metros de altitude,
domina o vale do Mondego.
O Castelo é de arquitectura Românica e Gótica,
de planta irregular constituída por dois recintos muralhados,
sendo o que se situa a Oeste correspondente à Cidadela.
Castelo de Celorico da Beira – Celorico da Beira
Situado a 550 metros de altitude sobre o Vale do Mondego, podem-se
de lá avistar os Castelos de Trancoso e da Guarda.
Conquistado aos Mouros por D. Afonso Henriques, tendo o mesmo legado
Foral, as obras decorrentes no Castelo são atribuídas
aos Templários. Tendo servido de quartel - General às
tropas Luso – Britânicas durante as Invasões
Francesas, é um Castelo Românico – Gótico
com muralha de traçado circular irregular.
Castelo de Trancoso – Trancoso
Engloba o centro histórico da Vila. Situado em zona planáltica,
a Cidadela está isolada a Nordeste sendo antecedida por um
pequeno largo com Cruzeiro. 1159 é a data comprovada da fundação
do Castelo.
Por duas vezes oferecida como presente de Reis e Princesas, Trancoso
e seu Castelo foram dote de casamento de D. Teresa, mãe do
rei fundador, e mais tarde do casamento de D. Dinis com a Rainha
Santa.
É de estilo Românico – Gótico.
• Região
de Turismo da Serra da Estrela
Textos: © Região
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